Ciências da Saúde
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Navegando Ciências da Saúde por Autor "Rodrigues-Marçulo, Alexandra de Oliveira"
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Item A diversidade e inclusão no ambiente corporativo: uma revisão sistemática sobre impactos, benefícios e desafios na implementação de políticas inclusivas(2025) Santos, Maria Eduarda da Silva; Silva, Jamille Karen Ferreira da; Rodrigues-Marçulo, Alexandra de OliveiraA diversidade e a inclusão têm ganhado relevância no setor hospitalar por influenciarem o bem-estar das equipes e a qualidade do atendimento. Este estudo analisou, em publicações de 2020 a 2025, os impactos, benefícios e desafios dessas políticas, considerando fatores culturais, estruturais e de liderança. Os resultados indicam que, embora a diversidade seja valorizada, sua efetividade depende de práticas inclusivas que garantam participação equitativa e representatividade. Entre os principais obstáculos estão resistências culturais, baixo engajamento da alta gestão e falta de capacitação contínua, que levam a ações superficiais. Em contraste, estratégias como desenvolvimento de lideranças inclusivas, programas de mentoria, comunicação transparente e definição de metas fortalecem a cultura organizacional e ampliam inovação e colaboração. Conclui-se que promover diversidade e inclusão no setor de saúde requer ações estruturadas e contínuas, sustentadas por compromisso institucional e orientadas à promoção de equidade e pertencimento.Item Burnout na área hospitalar: uma revisão bibliográfica sobre impactos e estratégias de prevenção(2025) Lacerda, Emilly Vitória Brito; Melo, Rikelme da Silva; Rodrigues-Marçulo, Alexandra de OliveiraA síndrome de burnout tem se tornado um dos principais desafios para a saúde mental de médicos e enfermeiros, especialmente em ambientes hospitalares marcados por alta demanda emocional, sobrecarga e escassez de recursos institucionais. Este estudo teve como objetivo analisar, por meio de uma revisão bibliográfica sistemática, os antecedentes, impactos e estratégias de prevenção do burnout entre médicos e enfermeiros, considerando o papel das demandas laborais, dos recursos do trabalho, dos recursos pessoais e dos estilos de liderança. A pesquisa foi realizada em bases de dados nacionais e internacionais (CAPES, SciELO, PubMed, entre outras), abrangendo publicações entre 2015 e 2025. Foram selecionados 21 estudos, analisados conforme as diretrizes do PRISMA 2020 e os critérios do CASP, com abordagem qualitativa baseada na análise de conteúdo de Bardin. Os resultados indicaram que o burnout é um fenômeno multifatorial associado a jornadas exaustivas, baixa autonomia, escasso suporte institucional e lideranças autoritárias, gerando consequências como queda da qualidade assistencial, aumento de erros clínicos e sofrimento psíquico. As estratégias mais eficazes de prevenção envolvem intervenções combinadas, que incluem suporte organizacional, liderança transformacional, programas de bem-estar e práticas individuais de autocuidado. Conclui-se que a prevenção do burnout exige ações estruturais e contínuas, que integrem saúde mental, gestão hospitalar e segurança do paciente.